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Entrevista com Clarice Niskier, Atriz na Niska Produções Culturais (Parte 1)

#programas
data da publicação 25/02/2020 10h00
Clarice Niskier
Clarice Niskier (Entrevistada)
Clarice Niskier estreou no Teatro Tablado / RJ em 1980, na peça "Tambores na Noite", de Bertolt Brecht, sob a direção de Dina Moscovitch. Em seguida, foi convidada a participar da peça "Porcos Com Asas", de Mauro Rádice e Lidia Ravera, sob a direção de Mario Sérgio Medeiros, interpretando a sua primeira protagonista, em 1982, no Teatro Cacilda Becker. 
 
Trabalhou na Companhia "Tem Folga na Direção", sob a direção de Antônio Pedro, nas peças "Cabra Marcado Pra Correr", (Judas em Sábado de Aleluia), de Martins Pena, e “Tá Ruço no Açougue” (Santa Joana dos Matadouros), de Brecht. Ainda nos anos 80, trabalhou com o Grupo Pessoal do Despertar, no Parque Lage, atuando na peça "O Círculo de Giz Caucasiano", também de Brecht, sob a direção de Paulo Reis; com a premiada diretora do Grupo Navegando, Lucia Coelho, em diversas peças infantis; com Bia Lessa, na peça "Os Possessos", de Dostoievski, e com Amir Haddad, em "Faces, o Musical".
 
Nos anos 90 atuou na peça “Bonitinha, Mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues, sob a direção de Eduardo Wotzik, e em seguida na peça “Confissões das Mulheres de Trinta”, sob a direção de Domingos Oliveira. Com estes dois diretores desenvolveu longa parceria. No Centro de Investigação Teatral, dirigido por Wotzik, fez o papel-título de "Yerma", de Federico Garcia Lorca; e "Tróia", de Eurípedes, que lhe valeu as indicações para os Prêmios Shell e Mambembe de Melhor Atriz em 1993. E atuou em seu primeiro monólogo, "Um Ato Para Clarice", coletânea de textos de Clarice Lispector, com roteiro de Wotzik e Bianca Ramoneda, além de atuar também em "Equilíbrio Delicado", de Edward Albee. Com Domingos Oliveira, estreou seu segundo monólogo, "Buda", de autoria própria, e atuou nas peças "Confissões das Mulheres de Quarenta", texto idealizado e escrito pela atriz sob a orientação dramatúrgica de Domingos Oliveira e colaboração das atrizes Priscilla Rozenbaum, Dedina Bernardelli e Cacá Mourthé; e também na peça "Isabel", de Aderbal Freire-Filho, com Maitê Proença e Aderbal como atores; nas peças "Amores" e "Primeira Valsa", ambas de autoria de Domingos Oliveira. Clarice atuou em vários filmes dirigidos por Domingos, entre eles, “Amores” e “Feminices”.
 
A partir do ano 2000 trabalhou nas peças "A Memória da Água", direção de Felipe Hirsh; "O Caso da Rua ao Lado", direção de Alberto Renault; “Antônio e Cleópatra”, direção de Paulo José; “Tudo Sobre Mulheres”, direção de Ticiana Studart, que lhe rendeu a sua segunda indicação para o Prêmio Shell de Melhor Atriz.
 
Em 2006 estreou “A Alma Imoral”, adaptação sua do livro homônimo de Nilton Bonder, sob a supervisão de Amir Haddad. “A Alma Imoral” está há 14 anos consecutivos em cartaz, e já foi vista por mais de 500 mil espectadores em mais de 23 cidades brasileiras. Por esta peça, Clarice recebeu indicação para vários prêmios, entre eles o (extinto) Eletrobrás de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Figurino;sendo a vencedora do Prêmio Shell RJ de Melhor Atriz em 2007; e do Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz - Drama SP em 2008. 
 
Paralelamente às temporadas de “A Alma Imoral”, Clarice Niskier atuou nas peças “Maria Stuart”, ao lado de Julia Lemmertz; “O Lugar Escuro”, ao lado de Camila Amado; e em 2015 estreou seu quarto monólogo "A lista", de Jenniffer Tremblay e direção de Amir Haddad, que lhe valeu nova indicação para o Prêmio Shell de Melhor Atriz em São Paulo.
 
Clarice fez várias participações em programas de televisão - nas novelas “Ciranda de Pedra”, de Alcides Nogueira, e “Araguaia”, de Walther Negrão, ambas na TV Globo. Fez ainda participações nas séries “Macho Man” e “As Brasileiras”, também na TV Globo. Protagonizou o filme "A Viagem de Volta", direção de Emiliano Ribeiro.
 
Foi colaboradora da revista Lola Magazine, Ed. Abril, e tem artigos publicados na Revista IDE, publicação da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. 
 
Clarice Niskier dirigiu a peça "Aquela Outra", de Licia Manzo, e co-dirigiu com Maitê Proença e Amir Haddad a peça “À Beira do Abismo Me Cresceram Asas”. Atualmente, segue em cartaz com a “A Alma Imoral” em São Paulo. Recentemente atuou na novela "Carinha de Anjo", do SBT, e reapresentou no Rio a peça “A Lista”.
 
Marcelo Madarász
Marcelo Madarász (Âncora)
Diretor de RH para América Latina da Parker Hannifin desde 2014. Tem licenciatura e bacharelado em Psicologia pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), com habilitação para as áreas clínica, educacional e organizacional.
 
Possui especializações em Desenvolvimento Gerencial pela Fundação Dom Cabral e MBA em Recursos Humanos pela FIA. Antes de ingressar na Parker, trabalhou na Natura, Nokia, Camargo Corrêa Cimentos e Thomson.
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